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Mostrando postagens de 2012

Boas Festas!

O teste do Duster encerra as atividades do M4R em 2012.

Que todos em 2013 curtam seus carros, dirigindo com responsabilidade, sem beber, sem abusar da velocidade, respeitando os outros, cedendo a vez e obedecendo as demarcações das vagas.

Boas Festas!

Teste: Renault Duster Dynamique 1.6

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É difícil acreditar que o EcoSport nadou de braçada sozinho por muitos anos no segmento dos utilitários esportivos compactos. Dá pra imaginar o tamanho do bônus que o cara da Ford que teve essa ideia recebeu?
A resposta da concorrência foi bem meia sola. A Fiat seguiu com a linha Adventure, pouco mais que adereços plásticos, até a chegada do diferencial Locker que pode ser bloqueado para ajudar em trechos mais difíceis – e, justiça seja feita, foi a Fiat que começou a moda em 99.
A GM tentou algo como uma Meriva mais elevada; não passou da fase de protótipo. E assim, ficamos com um mar de carros cheios de badulaques para parecerem aventureiros e o EcoSport como único representante com carroceria adequada.
Até que a Renault resolveu incrementar a sua linha Dacia no Brasil fazendo aqui o Duster, nome que faz referência a pó, poeira (dust em inglês. Os saudosos do Counter Strike vão lembrar do mapa de_dust). O Duster é um pequeno utilitário esportivo baseado em Logan e Sandero, carros de m…

Leitura obrigatória

Tiroteio

Comentários sobre algumas novidades por aí.
Clio com face lift é bem melhor ao vivo do que em fotos, mas não há como negar que a frente não conversa com a traseira. Uma pena não recebermos o Clio novo a preço competitivo, mas, competindo com Mille, Ka e Gol G4, o “novo” Clio ainda é adequado.
O melhor do Clio, ao menos nas versões antigas, era a suspensão, digna de categoria superior, e o acabamento. A versão nova tem o console central desalinhado com o painel, muito estranho. Vale pelo preço, mas vale mais ainda espremer o orçamento e partir para um HB20, Onix ou Gol.
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Muitas reportagens se espantando com o preço da Trailblazer. Típico de jornalista pé-rapado. O preço está nivelado com o segmento e de acordo com a motorização do carro, porte e equipamentos (mas não acabamento, que é muito simples). Se todos os carros no Brasil são muito caros, aí é outra história.
Merece aplausos a decisão da GM de fazer o carro no Brasil. Aí gera comentários do tipo “o carro mais caro fabricado no Br…

HB20: Primeiras impressões

O segundo dia do Salão do Automóvel foi chato, só com os importados de baixo volume. Vamos falar de outra coisa.
Tivemos um bom contato com o Hyundai HB20. Só faltou dirigir.
A impressão que ficou é a de um carro projetado e construído para derrubar o Gol. E está no caminho certo.
Antes de seguir, um parênteses. Recebemos alguns comentários criticando os elogios que o M4R faz ao compacto da Volkswagen. O Gol G5 é o melhor carro do segmento de entrada disponível hoje no Brasil, e ponto final. É melhor que Uno, Palio, Celta, Ka, Fiesta, 206,5, Clio, Logan, March. O único que tem argumentos nessa disputa é o Sandero. E é por isso que usamos o Gol como referência no segmento.
O último carro que lembramos foi lançado com um concorrente em vista foi o Vectra, que mirava no Corolla da antiga geração. Todos sabemos o que aconteceu: a GM fez um carro 0,1% melhor que o Corolla, aí veio o New Civic, o Corolla remodelado e o Vectra voltou ao esquecimento.
A Hyundai não cometeu esse erro. O HB20 é cons…

Comentários: Salão do Automóvel de SP 2012

Começa amanhã o Salão do Automóvel de São Paulo 2012. Evento que traz boas lembranças para o M4R graças à extensa cobertura que fizemos no ano passado e também por conta do teste do melhor carro que já passou pelas nossas mãos: o Audi R8 Spyder.
Em 2012, deixamos o assento do motorista e vamos acompanhar o evento pelo lado do passageiro. Reportagens sobre o Salão podem ser encontradas nos grandes portais de notícias – aqui ficamos com a especialidade do M4R, os comentários.
Vejamos como foi o primeiro dia, 22/10:
Nissan: A novidade é a vinda do Altima para concorrer com Fusion / Jetta / Civic Corolla. Não fará diferença significativa no mercado pela proposta da Nissan, a não ser que algo mude radicalmente, como o preço.
A empresa quer ser a maior japonesa do Brasil em 2016. Enquanto Honda e Toyota ficarem de fora do segmento dos compactos, ou lançarem carros risíveis como o Etios, a missão não é difícil. O quebra-cabeças é produzir no Brasil, já que não dá pra segurar essa bronca importand…

Hyundai HB20

HB20 é o nome do compacto da Hyundai que vem pra competir com Palio e Gol. E não se enganem: carros assim são o forte dos coreanos, muito mais que os SUVs pelos quais são conhecidos por aí.
A estratégia dos produtos também é diferente: Santa Fe, Vera Cruz e Azera – os Hyundais acima de 100 mil – são atraentes pois são mais baratos e mais equipados do que os sedãs/SUVs equivalentes de outras marcas. Mesmo bem mais caro, o Azera atual ainda é significativamente mais barato que Camry, Accord, e os alemães parecidos em preço não têm o porte, equipamentos ou motorização do Hyundai. Em miúdos: ainda é uma proposta de custo-benefício.
Já os Hyundais abaixo de 100 mil (e muito possivelmente os futuras gerações dos Hyundais mais caros) vêm com preço equivalente aos similares nacionais e importados. O i30 não é significativamente mais barato que o Focus, o Elantra é da mesma faixa de Corolla e Civic, o ix35 compete com RAV4 e CR-V. Aqui o fator determinante, para a Hyundai, é a qualidade de seus …

Ainda sobre preço

Mais uma boa opinião sobre os preços de carros no Brasil, de quem tem boas fontes sobre o assunto:

http://carros.uol.com.br/colunas/alta-roda/2012/09/04/carro-e-caro-no-brasil-por-conta-do-real-impostos-e-juros.htm

Impressões: Toyota Etios

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Há algum tempo elogiamos no M4R a estratégia de marketing da VW quando do lançamento do Golf 4,5. Mesmo com produtos ruins na mão, a turma se esforça para tirar leite de pedra. Foi assin no lançamento do Etios, da Toyota. Um show tecnológico com projeções de imagem, música, cadastro para pré-vendas e test drives. Tudo bonito, eficiente, correto. Muito bem feito. Só faltou uma coisa, um banheiro.
Para as pessoas vomitarem após ver o carro. Dizer que o Etios é feio é sacanear a palavra feio. O Etios leva o segmento dos sedãs espaçosos e mal desenhados – Logan, Cobalt, Versa, Grand Siena – a novos níveis de horror. A frente é achatada; a lateral é desproporcional; a traseira usa elementos de design redondos de vinte anos atrás.
Por dentro, o que se esperava de um compacto japonês: muito plástico duro, tecidos ásperos, e um desenho totalmente sem criatividade. As poucas ideias diferentes, como o cluster central e a maxi-tampa do porta-luvas, são mal executados: o primeiro tem cara de brinque…

A pressão continua

http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2012/08/31/carro-novo-feito-no-brasil-ja-chega-defasado-e-expoe-nosso-atraso.htm

A pressão continua.

O artigo também responde em parte o comentário do T.G no post abaixo. O governo pode e deve balancear o mercado. Se tivesse alguém com três neurônios na equipe governamental, já tinha dado um jeito de tirar essas carroças do mercado.

Pagar 60 mil reais num Golf é caro. Pagar 60 mil reais num Golf com mais de dez anos do lançamento é abusivo.

Um dia...

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/08/31/chevrolet-camaro-custa-nos-eua-menos-que-palio-weekend-no-brasil.jhtm

E a presão aumenta.

Vamos explicar como funciona. Quando o item discutido na imprensa é polêmico, e abrange várias ou todas elas, as empresas se escondem atrás das Associações de classe. É isso mesmo, se escondem. Fiat, Ford, VW, GM, as outras, não vão se pronunciar oficialmente. Vão ficar mudinhas e caladas atrás da Anfavea, a Associação dos Fabricantes de Veículos, presidida pelo Cledorvino Bellini, que também é presidente da Fiat.

Não é privilégio das montadoras. Quando o Brasil mudou os padrões de tomada, as empresas de eletrodomésticos eram totalmente contra. Mas ninguém viu Brastemp, Electrolux, LG, Samsung ou Philips se manifestarem. Quem falou foi a Eletros, a associação de classe.

É sempre assim.

Então infelizmente vamos continuar ouvindo ladainhas e boçalidades da boca dos representantes da Anfavea. Nenhuma montadora vai se adiantar e falar &…

Remédio amargo

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Muito bom o vídeo acima. O maior mérito é divulgar o absurdo do preço dos carros no Brasil. O apetite das montadoras foi inclusive capa do jornal "O Globo" de hoje. Margens de lucro simplesmente estratosféricas.

O vídeo patina em dois pontos. O primeiro é chamar o Gol de carroça - o Gol é o melhor compacto do Brasil e sem dúvida compete de igual para igual com outros compactos no mundo. A versão 1.0 pé-de-boi existe justamente porque os carros no Brasil são caros - é uma oferta mais barata. Se os carros tivessem preços acessíveis, esta versão não existiria.

O outro vacilo é não oferecer solução; convenhamos que andar a pé ou de bicicleta não é viável para a maioria da população. As margens de lucro são justamente altas porque todo mundo quer o seu carrinho. Alta procura, preços sobem.

E a solução não é fácil mesmo. Poderia vir de ações governamentais, mas com o bando de jumentos no poder vai ser difícil. A bolha só deve estourar mesmo na próxima crise econômica severa a ser…

NBSR - Cruze hatch

Do iG:

Indo direto ao ponto, o Cruze hatch é o carro mais caro de sua categoria e a montadora não tem vergonha de assumir isso e tampouco faz questão de voltar a liderar o segmento, como fez durante anos com o Astra. E claro, há uma desculpa para isso. “O Cruze Sport6 é o carro mais equipado de sua classe desde a versão de entrada. Buscamos clientes que desejam um veículo de ponta”, apontou o confiante Gustavo Colossi, diretor de marketing da GM no Brasil, durante a apresentação do produto. Ele não exagerou.


Veículo de ponta nessa faixa de preço tem SUSPENSÃO TRASEIRA MULTILINK. Eixo de torção, como no Cruze hatch, não.

"ah, deixa pra lá..."

Com o final dos Jogos Olímpicos e a certa frustração generalizada com o desempenho do Brasil, muito se perguntou sobre o que diferencia uma nação vitoriosa de uma com menos sucesso nestas atividades. E várias razões são muito válidas, mas uma delas sobressai: a vontade de fazer direito.
Os Estados Unidos, provavelmente com o melhor histórico nesta questão, são o país da competitividade, onde o segundo é o primeiro perdedor. Esta mentalidade chegou à China, país que abraçou o capitalismo com vigor e agora é uma potência mundial também nos esportes. Não é à toa que ambos lideraram os quadros de medalhas das Olimpíadas neste ano e devem estar no topo ainda por muitos anos.
De forma geral, este não é o comportamento do brasileiro. O brasileiro não é o cara faca nos dentes. Não é o cara que quer chegar em primeiro sempre – e quando aparece um desses, como o Ayrton Senna, vejam o sucesso. Para o brasileiro, “assim tá bom”.
O que lembra um episódio do Top Gear criticando algum carro feito na In…

Preço é uma coisa; status é outra

Teve certa repercussão a matéria da Forbes criticando os preços altos dos automóveis no Brasil. Aliás, não é matéria: é a opinião de um colunista/articulista, portanto sem muito embasamento que não a comparação direta dos preços.

Parte do que foi escrito é conhecido e notório de quem gosta de carros. Pagamos preços escorchantes pelos carros no Brasil devido ao governo boçal e incompetente. É mais barato comprar uma BMW na Alemanha (país não exatamente reconhecido pelos preços acessíveis) do que no Brasil. Comparar com os EUA, como fez o autor, é até covarde; os carros nos Estados Unidos talvez sejam os mais baratos do mundo. E aí temos distorções como um Cherokee custar mais de três vezes seu preço original no Brasil.

Até somos da opinião que as coisas nos EUA são baratas demais: as pessoas compram carros maiores do que precisam, com motores maiores do que precisam, e gastam uma gasolina barata produzida a partir de um recurso finito no planeta, o petróleo. O mundo se beneficiaria se…

A mesma cara, o mesmo banco...

O lançamento da linha 2013 dos remodelados Gol e Voyage reacende o debate sobre a similaridade dos carros da mesma fabricante. A VW optou por um caminho agressivo de frentes quase iguais, nos carros citados e também em Fox e Passat – e não somente no Brasil, mas mundialmente: o novo Polo tem a mesma cara e o Golf 7 deve seguir a mesma linha.


Quem leva a ideia ao extremo é a irmã Audi: todos os carros, do A1 ao A8, são muito parecidos de frente.


No M4R defendemos o caminho do meio: por um lado, frentes muito parecidas desvalorizam os carros mais caros e transformam a linha toda numa mesmice. Por outro lado, carros muito distintos não consolidam a imagem de uma marca, fazendo com que o patrimônio da identidade seja perdido.


Uma boa demonstração deste segundo exemplo é a Fiat. Retire os logos e é difícil dizer que Uno, Grand Siena, Punto, e Freemont são da mesma marca. Isso sem contar em versões como Palio Fire e Mille. E assim a Fiat, que poderia imprimir identidade italiana a seus car…

Qual o preço do ar que você respira?

Assim como nos anos noventa, hoje o álcool é o patinho feio dos combustíveis. Está caro, ninguém mais usa, e aí todos quem têm carros flex utilizam-no como monocombustível, numa forma menos eficiente do que se o carro fosse desenhado desde o princípiompara rodar com um combustível só.


A primeira coisa a se notar é que não é o álcool que está caro; é a gasolina que está barata. Faz anos que se paga mais ou menos o mesmo preço pelo litro da gasolina no Brasil todo, enquanto o barril de petróleo subiu de 40 para cerca de 100 dólares, patamar atual e mantido globalmente há algum tempo.


A Petrobras detém o controle dos preços da gasolina, mantidos artificialmente baixos para controlar a inflação. A própria Petrobras já assumiu publicamente que não pode manter os preços assim por muito mais tempo - o diesel já até foi reajustado.


A estabilização do preço da gasolina forca a estabilização do preço do álcool, já que se este custar mais do que 70% do preço da gasolina, ninguém compra. Os produ…

Estradas do sucesso

Pedimos licença aos amigos leitores dos diversos cantos do Brasil para um post sobre São Paulo – mas que pode ser útil caso seu governo esteja discutindo privatização de estradas.

As primeiras estradas privatizadas pelo governo de São Paulo o foram pelo PSDB. Não vamos aqui entrar no detalhe de cálculo de cobrança e remuneração das concessionárias, mas fato é que as estradas privatizadas nessa fase têm hoje os pedágios mais caros do País. Começando pelo sistema Anchieta-Imigrantes, que liga a capital ao litoral e seu pedágio acima dos 20 reais, e passando pela Anhanguera-Bandeirantes, que cruza o interior do estado por Campinas e Ribeirão Preto. Uma viagem de ida e volta até Campinas, não mais distante do que 100 km da capital, implica no desembolso de mais de 20 reais somente de pedágios.

O governo federal, petista, riu desses preços altos e bolou um sistema de privatização no qual os pedágios seriam muito inferiores. No papel, tudo muito bonito. A Régis Bittencourt, trecho da BR-11…

Teste: “New” Fiesta hatch SE 1.6 16v

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Para a catgoria dos hatches, esta geração do Fiesta traz a mesma ruptura que o Corsa “ovinho” de 1994. É um daqueles carros que definem um novo patamar. Basta ver como o Punto – que é um carro bonito – envelheceu perto dele, e mesmo lançamentos como o Sonic não surpreendem. E isso sem falar no Polo, que já está fazendo mais do que hora extra no mercado...
O Fiesta é o compacto global da Ford, válido tanto para o mercado europeu – no qual o Fiesta é um dos carros mais vendidos há várias gerações – quanto para o mercado norte-americano que começa a dar valor aos modelos pequenos. É a mesma estratégia da Fiat com o 500 (que aliás compartilha a plataforma com o novo Ford Ka europeu), só que num carro um pouco maior e sem o visual retrô.
E num carro com tantas resposabilidades a Ford não ia vacilar no design. O Fiesta é uma aula de design moderno e avançado: faróis dianteiros afilados, vincos fortes, linha de cintura fortemente ascendente, e mesmo assim um vínculo com o restante da linha …

Teste: Volkswagen Jetta Highline 2.0 TSI

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Quando a geração atual do Jetta apareceu no Salão do Automóvel de São Paulo em 2010, torcemos o nariz. O anterior, muito bom, seria substituído por um carro mais simples, compensando perda em acabamento com espaço interno. Não é uma troca válida para os entusiastas.

O que não sabíamos à época era a estratégia da VW de oferecer o Jetta em duas versões muito distintas. Uma, menos refinada, em substituição a Bora. Total pragmatismo: mesmo motor, mesmo câmbio, mais espaço, melhor design. Melhor que o Bora – a concorrência é outra história.

A outra versão deixou o pragmatismo de lado e trouxe um pacote surpreendente. Inspirada no Jetta GLi vendido lá fora – a versão esportiva do sedã, o equivalente ao Golf GTI, só que no Jetta – a VW montou uma versão Highline com um motor 2.0 turboalimentado de 200 cv e câmbio automatizado de dupla embreagem e seis marchas.

São poucos os carros hoje, disponíveis no Brasil, que trazem um conjunto mecânico tão moderno. Eixos de torção e câmbios automáticos…

Respondendo a emails

Nesta época de blogs multimilionários, tocados por equipes, com patrocínios, design avançado e outras cositas más, o M4R segue um canto obscuro na Internet, com o mesmo layout há dez anos e posts, que antes eram frequentes, agora mais esparsos.

É difícil conciliar um blog com vidas agitadas e remuneração totalmente zero. Mas relaxem, porque se for pra virar um NA da vida, preferimos fechar a casa.

Tudo isso pra dizer que não temos mudanças de layout à vista, ou seja, vai ficar essa porcariada aí mesmo. Se uma alma caridosa que gosta do blog se candidatar, nosso email é dubstyle.m4r@gmail.com.

Falando em email, não abrimos nossa caixa desde SETEMBRO de 2011. Sério, como a galera espera manter um blog se nem os emails são verificados. Vergonhoso, tá parecendo o atendimento ao consumidor da Brastemp.

Enfim, no post abaixo estão respostas para os emails recebidos desde então. Alguns tópicos são comuns e podem interessar a outros, daí tornarem públicos. Mas mantivemos a discrição dos solic…

Impressões: Citroën DS3

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A chegada do DS3 ao Brasil é uma humilhação vergonhosa para alguns concorrentes e um grande elogio a um outro carro com nada a ver.

A linha DS se propõe a ser uma faixa superior aos Citroëns atuais, um híbrido entre uma Lexus – que é superior a Toyota e rompe as ligações com a empresa-mãe – e as divisões esportivas AMG e M, que ostentam toda a pegada Mercedes e BMW. O objetivo é rejuvenescer a Citroën e atrair consumidores modernos e antenados para a marca, diferenciando-a mais claramente da irmã Peugeot, que fica com os carros mais burocráticos – e de maior volume.

Entenda-se ou não a estratégia de marketing, fato é que a linha DS faz sucesso na Europa. Nem tanto em vendas, mas em prestígio. Num episódio recente do Top Gear, o DS3 Racing foi o carro escolhido pelo Jeremy Clarkson para um rolê pela Itália, e saiu-se melhor que os concorrentes Clio RenaultSport e Fiat 500 Abarth. Vale lembrar que o DS3, na Europa, é menor e não concorre diretamente com os pilares Golf GTI e Focus ST.