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Mostrando postagens de Julho, 2008

Comparativo Gol e Fox

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Dossiê novo Gol parte 2: Novo Gol x Fox
Em 2003, o Fox fazia muito sentido na linha VW. Havia um espaço muito grande entre o Polo, que mantinha suas qualidades de carro europeu, e aquela lástima chamada Gol G4. O Fox atendeu às necessidades do cliente que tinha pouco dinheiro, mas gostaria de optar por algo mais moderno que o Gol. A sacada do espaço interno foi genial; sabendo que os carros compactos no Brasil fazem o papel de carro da família para viajar, a Volks embutiu o maior espaço possível na plataforma PQ24, do Polo, conhecida por suas qualidades. Com isso, cirou um compacto gostoso de guiar e espaçoso.

Poderia, de verdade, ter feito um ótimo carro. Não sei se é a incompetência dos engenheiros ou talvez o departaemnto de custos, mas a verdade é que o Fox precisou pecar em outros aspectos para fazer vingar a proposta de carro espaçoso e compacto. E lá se foi o acabamento e o conforto, já que a Volkswagen endureceu a suspensão do carro para lidar com o centro de gravidade alto, ao …

Distância do carro da frente

Ha! Um cara da 4R bateu o C4 Pallas da frota de 60 mil km no carro da frente. Pra arrumar, orçamento de 8 mil reais na concessionária, fora o custo do reparo do outro - quem bate atrás é normalmente o culpado.

O cara conseguiu bater um carro com disco nas quatro rodas, ABS e EBD numa colisão frontal. Bração. Tá no nível da revista.

Leitura de final de semana

Na próxima sexta, dia 25, responderemos à grande dúvida.

E o Fox, hein?

Novo VW Gol

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Dossiê novo Gol parte 1: Novo Gol x Gol G4

A Volks remodelou seu modelo de entrada. Está difícil, mas por um momento aqui vou tentar esquecer a absoluta roubalheira e falta de caráter demonstrado pelas montadoras no Brasil e concentra-me-ei no veículo em questão.

Só no M4R você encontra o dossiê completo sobre o novo Gol. Aqui não vamos ficar medindo milímetros de distância nas chapas do carro (alguém aí acha que realmente a distância MEIO MILÍMETRO maior entre as peças plásticas do painel é que fazia o Gol G4 mal-acabado? Façam-me o favor), mas vamos entrar fundo para dizer se o carro é bom mesmo. E para isso, nada melhor do que compará-lo a referências bem conhecidas.

Novo Gol x Gol G4




A primeira coisa a ser feita é verificar como o Novo Gol se sai diante de seu antecessor, o G4. Como já foi notado pelo BCWS e até mesmo pelo Marcelo Moura em seu blog na 4R, esta é na verdade a segunda grande mudança no Gol. A primeira, ocorrida em 1994, realizou diversas mudanças na plataforma e alterou…

Exclusivo

Amanhã você confere aqui a primeira avaliação de verdade do novo Gol.

Money is the root of all evil today (Pink Floyd)

Bom, por ter o rabo preso com anunciantes, a Quatro Rodas não comentou o assunto e perdeu uma grande oportunidade. Mas a ISTOÉ deu um belo exemplo de independência jornalística e enfiou o dedo na ferida: por que os carros no Brasil custam tão caro?

http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2019/artigo95614-1.htm

Em resumo, a reportagem cita o exemplo dos carros importados do México, que vêm para o Brasil sem imposto de importação. Vamos pegar o exemplo do VW Jetta, o dono da maior diferença.

Custo na origem: R$ 40.285.
Retira-se desse valor o que a Volks mexicana investe em lucro, tributos e marketing. O valor fica em R$ 29.810,90. Pode-se dizer que esse é o valor de quanto custa fazer o Jetta no México.
Some-se aí custos de logística e transporte. Chegamos a R$ 31.301,45.
Adicione-se aí a cadeia de impostos dos carros nacionais, absurda, de 35%. Chegamos a R$ 42.256,95.
Coloquemos aí os custos de nacionalização e lucro. A revista ISTOÉ estimou em 20% o percentual para isso. O total para o Jetta…

O custo em primeiro lugar

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Já que a idéia é reduzir custos, sempre mais, porque não reaproveitar os faróis dianteiros da linha S10 e Blazer no nosso novo carro blindado? Ninguém vai notar.

Bom, pior do que a frente do Classic - dois posts abaixo - não tinha como ficar...

Tentando achar a salvação...

A revista vai de mal a pior, mas pelo menos um repórter segura a onda. Pra não ter de aguentar as baboseiras escritas na 4R até achar um texto inteligente dele, vale a pena ir direto ao blog.

Ele assumiu falar do assunto que a revista se esquivou, a falácia da Peugeot em estimar os preços de venda do 207 aqui em 65 mil, como o Civic LXS.

Nova frente do GM Classic

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AHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!

Preço justo

O Gol Power 1.6 tem preço sugerido de R$ 36.420. Vejamos o que ele NÃO traz de série:

- Aquecimento
- Travas elétricas
- Vidros elétricos (dianteiros e traseiros)
- Ar-condicionado
- Alarme
- Banco traseiro bipartido
- Computador de bordo I-system

Ah, mas tem contagiros!

Novo Gol

E finalmente acabou o embargo imposto pela Volkswagen às revistas e o novo Gol, ou Gol NF, veio à tona. Eu lembro bem do lançamento do gol de segunda geração, em 94. Foi um super acontecimento, o país todo esperando a revolução do carro mais vendido, que à época estava anos-luz atrasado em relação à concorrência. E o Gol hoje conhecido como bolinha foi, de certa maneira, uma decepção. Era apenas equivalente – no máximo – à sensação do momento, o Corsa, então igual ao vendido na Europa. Resolvia duas grandes falhas – o minúsculo porta-malas e a falta de espaço para as cabeças dos passageiros do banco de trás – e mantinha várias outras, como o volante torto e o motor longitudinal.

Esta carroceria foi a responsável por colocar a família BX (Parati e Saveiro, com a morte do Voyage) no incrível mundo da injeção eletrônica (que o Uno já tinha há dois anos, exceção feita evidentemente ao Gol GTi) e dos carros com quatro portas. A carroceria evoluiu no que é comumente considerada hoje a melhor…

Agrado aos anunciantes

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A inútil da revista Quatro Rodas foi rapidinha em falar da pintura das maçanetas do novo Gol. Claro, elogios aos anunciantes.

Agora, falar que o pino da porta sai de um buraco tosco cavado no plástico, ninguém fala. E era só olhar um pouquinho para trás.

O Best Cars falou, firmando-se e abrindo distância no posto de melhor fonte de informações automobilísticas deste País.

E a bronca não é de hoje...