Comentários ácidos e randômicos sobre a indústria automobilística brasileira e estrangeira.
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Só agora nos deparamos com este texto sobre a morte da crítica gastronômica.
Aconteceu igualzinho com a imprensa especializada em automóveis.
Você viu o teste do Vita Furgão no Autoentusiastás? "Por coincidência" ele tinha uma máquina de lavar, dois sofás, uma cama e mais umas tralhas para testar o espaço de carga numa viagem até outra cidade... Daí não dá para acreditar nos elogios à Van (apesar que eu já testei a versão de passageiros e me surpreendi como ela é boa) Abraços
O pior foi o teste de uma Nissan Frontier há algum tempo. O carro estava há anos no mercado, nenhuma novidade, mas aí um dos "repórteres" precisou levar umas tralhas para o sítio...
Começo esse texto com a pergunta que termina um post sobre este Focus no Argentina Auto Blog: Como alguns carros ruins vendem tanto, e outros ótimos, tão pouco? O Focus no Brasil sempre ocupou a rabeira da tabela de vendas. Melhor suspensão da categoria; melhor motor da categoria; melhor dirigibilidade da categoria; acabamento top, assim como a oferta de equipamentos. E, mesmo assim, o cidadão prefere Astra, Golf 4,5, Stilo, essas carroças. Podemos culpar vários fatores alheios ao carro. A Ford é o maior deles. Vendedores despreparados, que não conhecem o carro, política de vendas frouxa e pouco agressiva, foco em outros produtos do portfólio (Eco, Eco, Eco), pós-vendas ridículo, nenhuma preocupação com os propretários. Some-se a isso o fato de a Ford estar num patamar abaixo de vendas em relação a GM, VW e Fiat, o que já leva naturalmente menos gente para as revendas, e aumenta o grau de desconfiança nos produtos, o que se reflete no baixo valor de revenda. Tem também a estupidez do ...
Atendendo a pedidos... Os câmbios automáticos estão entre nós desde antes da Segunda Guerra, enquanto os automatizados são um pouco mais recentes, embora também já possuam um bom histórico. A Ferrari usa nos carros de rua e inclusive na F1, embora tenha demorado bastante até pegar o jeito. Para resumir a parte técnica e muitas vezes chata, o câmbio automático faz a trocas de marcha através de um conversor de torque. Esse é o nome dado a um sistema com óleo no qual gira uma engrenagem do motor e as do câmbio. Esse óleo garante que o acoplamento da engrenagem do motor com a da marcha correspondente seja suave, como numa embreagem de um câmbio manual. No entanto, como o motor precisa fazer força para mover a engrenagem mergulhada nesse óleo viscoso, há perda da potência transmitida às rodas e consequente aumento de consumo. Nos câmbios modernos, há bloqueio do conversor de torque em uma ou mais marchas, o que praticamente elimina essas perdas quando a marcha já estiver engat...
O Luis Alberto Veiga, ex-designer da Chrysler e VW, está publicando em seu Instagram imagens históricas de seu trabalho (vale a pena conferir). Hoje ele publicou uma imagem da SpaceFox com a legenda: “Logo após a aprovação do Fox atacamos possíveis derivados. O mais adequado seria um SW. Como o Fox era um carro alto, a space ficou com cara de van compacta (...). Os financeiros queriam que a gente usasse a porta traseira “carry over”, igual do Fox, mas a caída do teto ficou muito pronunciada e o Dr. Demel, nosso presidente da época, pagou a porta nova. O modelo ficou muito bonito”. Imediatamente pensamos no SUV fastback que a Fiat acaba de anunciar. As fotos disfarçam um pouco, mas aparentemente usaram a porta traseira do Cronos numa tentativa de reduzir custo e... ficou horrível. Tentaram ajustar ali na coluna C, mas notem como ela destoa da fluidez restante do carro. Não é de foder que quando a empresa vai lançar um carro cujo apelo principal é o design, vão os filhos da puta do...
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"Por coincidência" ele tinha uma máquina de lavar, dois sofás, uma cama e mais umas tralhas para testar o espaço de carga numa viagem até outra cidade...
Daí não dá para acreditar nos elogios à Van (apesar que eu já testei a versão de passageiros e me surpreendi como ela é boa)
Abraços