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Chevrolet Sonic

Esse Chevrolet Sonic é um engodo.   Não tinha como ser diferente. Após anos definhando a engenharia no Brasil, como que a GMB ia querer fazer um novo carro? Não há IA que substitua o talento de gente experiente, ainda mais numa tarefa tão complexa quanto construir um carro.   Aí o que temos é um Onix com uma frente nova e feia, e um marketing tentando vender o carro como um SUV cupê, o que ele não é. É um Onix alto. Pior ainda é que, ao afirmar isso, o primeiro carro que vem à mente, e que a imprensa está comparando, é o Nivus, um dos desenhos mais bonitos que temos e que só deixa ainda mais claro como esse Sonic é uma atrocidade.   O motor também é igual, claro. Como a GMB não tem engenharia, eles precisam de artimanhas e subterfúgios para tentar combater a crise de confiança que se instalou na alegada falta de durabilidade da correia dentada. Se tivessem engenharia, trocavam numa corrente, punham um motor novo, tomavam alguma providência.   Mas não,...

Um toque

Brasileiro tem um tesão inexplicável em vidro elétrico. Deve achar o máximo apertar aquele alarme Positron após sair do carro e o vidro subir sozinho. Ápice da masculinidade, nível legendários. Só isso pra explicar as atrocidades que cometem em carros com a humilde manivela, trocada por um kit de botões genéricos que não tem nada a ver com o carro e uma gambiarra horrorosa no sistema elétrico. Tudo isso pra não dar 3 voltas numa manivela. O vidro manual tem muitas vantagens, sendo a principal que você pode operar o vidro com o carro desligado. É também bem melhor em precisão, para deixar o vidro em qualquer posição intermediária. O elétrico tem uma vantagem: abaixar com um toque só, facilitando quando nos aproximamos de um totem de estacionamento por exemplo. Não defendemos o fim dos vidros elétricos, não é isso e nem tem como. Mas se seu carro tem vidros manuais, mesmo que somente nas portas traseiras, aproveite. Feliz 2026!