Bando de folgados

Na temporada passada do Top Gear, revoltado com algum assunto, Jeremy Clarkson disse que determinadas pessoas deveriam ser mortas a tiros (“be shot”) na frente de suas famílias. O caso causou a maior repercussão no Reino Unido, até que após quase um ano ele foi absolvido.

Pois bem. O M4R acredita que os grevistas responsáveis pela paralisação dos caminhões que fazem o abastecimento de combustíveis em São Paulo deveriam ser mortos a tiros na frente de suas famílias. Aliás, nem a tiros: lentamente, com uma serra tico-tico. Ou uma colher de pau.

Vamos analisar três tipos de greve:

1. Uma greve numa fábrica causa problemas sérios aos donos, pois paralisa a produção. É uma greve de alto impacto aos donos, e baixo impacto à população em geral, que pode comprar outros produtos. Então é uma greve 100-10 (100 em impacto aos donos, 10 em impacto a população)
2. Uma greve bancária é uma greve 20-20, pois traz poucos prejuízos aos banqueiros e também à população, que pode recorrer às casas lotéricas e à Internet para resolver a grande maioria das questões bancárias. É uma greve de baixo impacto para os donos dos bancos e para a população.
3. Uma greve como a dos caminhoneiros é uma greve 10-100. Baixo impacto para os distribuidores, que não vendem em SP, mas seguem vendendo no resto do país e de altíssimo impacto para uma parcela que não tem nada a ver com isso: o consumidor.

Greve de impacto alto para a população em geral devia ser proibida por lei. Milhões de cidadãos não podem sofrer porque uma categoria quer aumentos três vezes maiores que a inflação ou porque está incomodadinha com o rodízio de caminhões. Tanta gente trabalhando como escravo no país e o cidadão se acha no direito de reclamar porque vai precisar trabalhar de madrugada. Faça-me o favor.

Todos deveriam ser mortos na frente de suas famílias.

Ou, como solução mais prática, coloca o Exército para dirigir os caminhões e deixa a galera protestando, até cansarem e voltarem para casa e encontrarem as cartas de demissão.

Comentários

Ricardo disse…
Boa, Dub. Agree 100%!!!!
Anônimo disse…
Tive um grande sonho desfeito, em 2009 comprei azera que infelizmente foi roubado e com o valor do seguro + dinheiro guardado comprei um carro que sempre sonhava: passat 2.0 turbo. No meu subconciente estava o passat num patamar daquilo que seria um carro alemão irrepreensível, PERFEITO! Pois eu acabei comprando o carro pelo meu sonho e no dia a dia, pude ter uma constatação de que ele é muito inferior ao meu antigo azera. Quando se acostuma com o padrão do azera ele fica devendo demais, não digo pela madeira rádica mas pelo banco em couro firme e pouco macio. É bom para poucas distancias mas em viagens incomoda. Muito se fala em carro alemão mas na minha experiência experiencia estou até agora abismado, esse é o termo correto, com o carro coreano que tinha. O passat tem muitas partes de plástico duro e na minha cabeça um carro importado da alemanha isso era inconcebível. Sabe aquela sensação que vc tem que trabalhou a vida inteira por um sonho, conseguir conquistar as coisas através do seu esforço pessoal, sem passar por cima de ninguém ou roubar/ prejudicar alguém? Hoje me sinto triste não pelo carro que tenho, mas por perceber que cresci em torno de um ideal e que nem sempre os engenheiros alemaes são os melhores em tudo, existem um mundo lá fora que agora começo a descobrir!
Joel disse…
Hi, Nice post. Would you please consider adding a link to my website on your page. Please email me.

Thanks!

Joel Houston
JHouston791@gmail.com

Postagens mais visitadas deste blog

Comparativo: Celta Life 1.0 VHC x Palio 1.0 Fire

Teste: Hyundai Azera 3.3 V6

Teste: Chevrolet Zafira Elegance 2.0 automática