Impressões: Citroën DS3
A chegada do DS3 ao Brasil é uma humilhação vergonhosa para alguns concorrentes e um grande elogio a um outro carro com nada a ver. A linha DS se propõe a ser uma faixa superior aos Citroëns atuais, um híbrido entre uma Lexus – que é superior a Toyota e rompe as ligações com a empresa-mãe – e as divisões esportivas AMG e M, que ostentam toda a pegada Mercedes e BMW. O objetivo é rejuvenescer a Citroën e atrair consumidores modernos e antenados para a marca, diferenciando-a mais claramente da irmã Peugeot, que fica com os carros mais burocráticos – e de maior volume. Entenda-se ou não a estratégia de marketing, fato é que a linha DS faz sucesso na Europa. Nem tanto em vendas, mas em prestígio. Num episódio recente do Top Gear, o DS3 Racing foi o carro escolhido pelo Jeremy Clarkson para um rolê pela Itália, e saiu-se melhor que os concorrentes Clio RenaultSport e Fiat 500 Abarth. Vale lembrar que o DS3, na Europa, é menor e não concorre diretamente com os pilares Golf GTI e Focu...